quarta-feira, 20 de maio de 2009

Aviso!!!

Olá Meninos!!
Aqui no blogue encontra-se um pequeno resumo da matéria, mas não se esqueçam de estudar também pelo livro, como um complemento da matéria.
As páginas do manual são 130 - 165, e também se recomenda que utillizem o caderno de exercícios como auxiliar de estudo.
Bom estudo!!!

Rochas metamórficas e Ciclo das Rochas

Rochas metamórficas derivam de rochas pré-existentes que sofrem aumentos de pressão e temperatura, o que vai provocar modificações na mineralogia e textura. Exemplos:

Ciclo das Rochas:
- Ocorre na litosfera;
- Engloba a génese e a transformação das rochas num processo contínuo e cíclico;
- É um testemunho da Terra como sistema dinâmico.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Rochas Sedimentares

Sedimentos são produtos resultantes da desagregação das rochas já existentes por alteração e erosão.

Rochas Sedimentares:

Rochas sedimentares detríticas resultam da acumulação de sedimentos e sofrem um longo processo de transformações, que têm início na alteração e fim na diagénese.

Diagénese é o processo de compactação dos sedimentos, cimentação e, por vezes, aparecimento de novos minerais.




Rochas sedimentares quimiogénicas formam-se em ambiente aquático e resultam da precipitação de sedimentos químicos dissolvidos numa solução aquosa. Ex. sal-gema.


Rochas sedimentares biogénicas têm origem na acumulação de organismos mortos ou de detritos da sua actividade. Ex. Carvões.

Rochas Magmáticas

Geologia é o estudo da Terra, das rochas e dos processos que conduziram à sua formação ao longo do tempo geológico.

Rochas são agregados naturais constituídos por minerais. Apresentam uma enorme diversidade.

Rochas Magmáticas:
- Formam-se quando o magma arrefece e consolida.
-Textura relacionada com a velocidade de arrefecimento do magma, e como tal podem ser: Rochas Magmáticas Plutónicas ou Intrusivas ou Rochas Magmáticas Vulcânicas ou Extrusivas.


Propriedades Físicas dos Minerais

Mineral é uma substância natural, sólida, cristalina e com uma composição química específica.

Propriedades físicas podem ser ópticas (cor, risca e brilho) e mecânicas (dureza, clivagem e fractura).
Propriedades químicas são a densidade, a composição e a efervescência produzida por acção de um ácido.

DUREZA – é a resistência que o mineral oferece ao ser riscado por outro mineral ou por um objecto.
Escala de Mohs é uma escala de dureza e é constituída por ordem crescente de dureza.

BRILHO – é a forma como os minerais reflectem a luz que incide nas suas superfícies. Deve-se considerar dois tipos de brilho:
Brilho metálico – se o mineral possui o aspecto brilhante de um metal;
Brilho não metálico – se o mineral é de cor clara e não possui o aspecto brilhante de um metal.

FRACTURA e CLIVAGEM – são modos como os minerais resistem ao choque.

CLIVAGEM – é um tipo de fractura segundo superfícies planas e brilhantes.

FRACTURA – é uma forma irregular de ruptura.

COR – é a propriedade mais visível. Um mineral pode apresentar sempre a mesma cor ou cores diferentes (ex. quartzo).

RISCA ou TRAÇO – é a cor do pó que se forma quando se risca o mineral numa porcelana não vidrada.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Constituição do Interior da Terra

O estudo do interior da Terra é muito complexo devido ao aumento da temperatura e da pressão com a profundidade.



Métodos directos - fornecem dados a partir da observação directa de rochas que se encontram na superfície; materiais expelidos pelos vulcões; sondagens; minas e poços abertos para exploração.

Métodos indirectos - referem-se ao estudo e à interpretação do comportamento das ondas sísmicas, de meteoritos e do magnetismo.

O Interior da Terra é dividido, com base na composição dos materiais: Crosta, Manto e Núcleo. Mas também é dividido com base na rigidez dos materiais: Litosfera; Astenosfera; Mesosfera; Endosfera.



Crosta – é a camada mais exterior da Terra e está dividida:
  • Crosta Continental – constituída por rochas graníticas, sendo mais antiga e mais espessa, podendo atingir 70Km de espessura em zonas de cadeias de montanha.
  • Crosta Oceânica – constituída por basaltos, sendo mais recente e mais fina, atingindo no máximo 7Km de espessura em determinados locais.

Manto – encontra-se entre a crosta e o núcleo, sendo a zona intermédia do interior da Terra. É constituído por rochas muito densas, ricas em ferro e magnésio. Pode ser dividido em manto superior e manto inferior.

Núcleo – é a parte central e mais interna da Terra, possuindo pressões e temperaturas elevadas. É constituído essencialmente por ferro e níquel. Encontra-se dividido em núcleo interno e núcleo externo.


Litosfera – corresponde à crosta e à parte superior do manto, sendo constituída por materiais no estado sólido e rígidos.

Astenosfera - situa-se logo abaixo da litosfera, sendo constituída por materiais sólidos, mas mais plásticos e deformáveis.


Mesosfera – forma uma camada rígida e situa-se entre a astenosfera e o núcleo.

Endosfera – é a zona correspondente ao núcleo dividida em núcleo externo, camada líquida, e núcleo interno, camada sólida.

Actividade Sísmica

Sismo é um movimento brusco da superfície terrestre resultante da libertação de energia numa zona de ruptura na litosfera.


Como ocorre um sismo?




Hipocentro - é o local onde o sismo teve origem, foco, e de onde se propagam as ondas sísmicas.


Epicentro – é o ponto da superfície terrestre situado na vertical do hipocentro, onde o sismo é sentido com maior intensidade.


Onda sísmica – é a energia que se liberta sob a forma de vibrações.


Sismógrafo – é o aparelho que regista e detecta um sismo, e que fornece um gráfico com o registo das ondas sísmicas – sismograma.


Sismos: como prever?


Os sismólogos investigam os dados fornecidos pelas estações sismográficas, mas ainda não é possível prever com exactidão a ocorrência de um determinado sismo. No entanto, um grande sismo pode ser precedido por abalos premonitórios (pequenos sismos), e depois de ocorrer pode ser seguido por outro tipo de abalos – réplicas.
  • Escala de Mercalli Modificada (MM) pode medir a intensidade de um sismo numa escala de 12 graus. Baseia-se no testemunho das pessoas e na observação dos estragos.
  • Escala Richter é utilizada para medir a magnitude (quantidade de energia libertada no hipocentro) dos abalos sísmicos, e varia de 0 a 9 graus.
Os valores de intensidade de um sismo registados em diferentes locais podem ser marcados num mapa – carta de isossistas.

Isossista – é uma linha curva que une pontos onde o sismo é sentido com igual intensidade.